Humor, ironia
No dia 8 de julho, completei a nossa crônica de número 300.
Pode parecer difícil, contudo, quando você adquire o hábito, torna-se fácil e prazeroso. Ou talvez frustrante. Deveria fazer algo mais lucrativo, pois não posso desperdiçar o meu tempo sem suprir a base da minha imponente pirâmide social. Uma lavagem de roupas, com certeza, me traria mais rendimento do que as letras — as minhas, pelo menos, parecem ser em aramaico, pois ninguém as lê.
Veja bem, meu querido amigo, existe a solidão física e a literária. Aprendi isso agora, depois de 300 textos, e nunca teria chegado a essa conclusão lavando roupas.
Contudo, te ofereço 300 motivos para se divertir. Ao contrário de Leônidas, que levou 300 à morte, eu te levo à vida, pois só riem os vivos.