Humor, ironia
Por mim e para mim
Não preciso de muito. Apenas registro o que vejo ou sinto. É um processo solitário, mas repleto de personagens reais ou imaginários. Não sei ao certo se agrado ou desagrado; contudo, pouco importa.
Faço isso por mim. É o meu jeito de ridicularizar você, metido a besta, que não sabe nem tem coragem de colocar suas ideias ou sua vida no papel.
Quanto a você, renomado e brilhante cronista, que acende a luz dos sonhos e deixa a escuridão do silêncio eterno prevalecer — mesmo lhe sendo oferecido pagamento para alumiar o lume da escrita —, continuará seu glorioso mister.
Quem leu não entendeu. Quem entenderia não vai ler. Por isso, é para mim que eu escrevo.