Humor, ironia
Amigo Cuzão.
Só restou você.
Um amigo imaginário.
Que só escuta e não fala — Graças a Deus.
Sei que você ficou chateado porque eu te chamei de "fedorento”. Mas, convenhamos, isso é coisa de amigo. Quando você me chamou de “pé de mesa”, “bonitão” ou até de “Salomão, rei das mina”, eu não fiz drama.
A gente sempre funcionou assim: na base da zoeira e da ironia. Se você começar a levar tudo pro lado sério, aí sim vai parecer um Cuzão aboiolado — e isso, meu amigo, é pior do que qualquer apelido que eu já te dei.
E outra coisa: para de querer saber quem é sua mãe.
AÍ CUZÃO, TUDO EM CIMA.
Hoje encontrei no Face um colega de Marista, o Gothardo Dantas Emerenciano. Conversamos sobre o colégio e enviei a ele uma crônica em que falo justamente da professora sobre a qual estávamos lembrando.
E, sem que eu pedisse, ele compartilhou no grupo dele. Uma pessoa que eu não via há mais de 50 anos teve esse gesto que, para muitos, pode parecer banal — mas vocês não imaginam como é raro.
Bom dia, grande Cuzão!
Aqui em Natal amanheceu com muita chuva — coisa rara, mas perfeita para o seleto grupo de aposentados. Nesse tempo, não faltam assuntos para reclamar: do reumatismo, do frio e, claro, do governo.
Bom dia, querido amigo Cuzão!
Como você bem sabe, hoje é quarta-feira e, para muitos, já é o início do final de semana.
Alguns alforriados já vão para o futebol com os amigos, acompanhados de uma cervejinha e espetinhos de qualidade duvidosa — mas o que importa é o sentimento, ainda que breve, de liberdade.
Enquanto isso, nós seguimos no cativeiro ao qual a aposentadoria nos condenou.